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1 15/06/2019 14:52

Já dizia o jornalista, escritor e pensador Millor Fernandes, que o mundo estava de ponta cabeça em que os ratos já começavam a reclamar dos queijos. Esse, como outros do autor, serve de exemplo para a atual situação do Brasil. A cada dia que amanhece os valores são invertidos e a bandidagem, que mandava no país, inconformada, tenta voltar ao poder, a qualquer custo.

E os motivos são os mais simples, acuados com a perda do poder político e financeiro, pretendem voltar ao status quo, com as contas em dólares e euros nos bancos localizados na Suíça e paraísos fiscais pelo mundo afora. Com o cerco se apertando cada vez mais, tentam promover a instabilidade política e de segurança no país, sacrificando os mais humildes, para que fiquem mais desiguais.

O aumento da desigualdade é uma das estratégias utilizadas pelos que dominaram o poder político no Brasil nos últimos 17 anos, implantando políticas de segregação entre os brasileiros. Assim, conseguiam, de acordo com os ensinamentos da cartilha comunista, manter a dominação desses grupos, insuflando-os contra outros segmentos da população, transformando-os em massa de manobra.

Mas com o advento da Operação Lava Jato, o poder desses grupos dominantes chegou ao fim, embora o Brasil ainda dependa da disposição das altas esferas do Poder Judiciário para que os processos sejam julgados. Como resultado dos julgamentos, os culpados condenados, presos se for o caso, e devolvidos os recursos desviados da máquina estatal e suas estatais.

Mas a sanha e a violência desses grupos chegam às raias do absurdo. Eles tentam passar à população a mensagem de que saímos do estado democrático de direito para um regime autoritário, ditatorial. Ridículo, não fosse trágico, espalhar mensagens dessa espécie, numa tentativa desesperada de enganar – ainda mais – a população e a última tentativa de greve é um triste exemplo a ser analisado.

Para os mentores e executores da tentativa de greve, estado democrático de direito é a supremacia do seu mando sobre o direito da população, imposta com a força da violência, em detrimento da vontade de cada um. Se o propósito é a greve geral, todos os trabalhadores têm que obedecê-los servilmente, mesmo não concordando. Quem discorda tem que se submeter aos seus caprichos como uma manada segue mansamente ao matadouro.

Greve não houve em nenhum lugar do Brasil. Nenhum segmento parou. O que se verificou foram atos de terrorismo realizados nas maiores cidades, nos grandes centros onde o sindicalismo mandava e desmandava. Que não chegou ao trabalho é que foi impedido pelo fogo dos pneus colocados como barreiras, ou a violência praticada contra os trabalhadores que eram impedidos de entrar na empresa para trabalhar.

Um caso que ilustra bem essa selvageria está publicado nas redes sociais, mostrando a pancadaria dos bandidos travestidos de sindicalistas para impedir que um funcionário de direção de uma agência do Banco do Brasil, na avenida Sete de Setembro, em Salvador. À vista de todos, foi agarrado e agredido a socos e pontapés, sem que qualquer providência em sua defesa fosse tomada.

E esse terrorismo praticado pela esquerda, atordoada com a perda do apoio da população, está calcado nas ações empreendidas pela força-tarefa da Operação Lava Jato, dentre outras com o objetivo de extirpar a corrupção. Esses recursos desviados do povo brasileiro voltam aos cofres da União e estão sendo investidos na saúde, educação e outros serviços públicos.

O desespero toma conta dos esquerdistas, acostumados a viver à custa do Estado brasileiro, não se contentando com o aparelhamento dos cargos públicos avançaram na obtenção de recursos estatais por métodos nada republicanos. A mão da Polícia, do Ministério Público e da Justiça será por demais eficiente para dar um basta nesta prática nefasta e ainda colocar os culpados na cadeia, após o devido processo legal.

A ordem de fazer greve, a greve do nada, sem pedidos explícitos, sem negociação, sem pedir moderação à Justiça do Trabalho. Apenas uma reclamação pelo ex-presidente preso pela justiça. Convenhamos que é muito pouco para o vandalismo e terrorismo praticado contra o brasileiro, que cada vez mais repudia os atos praticados pelo PT, PCdoB, Psol e seus congêneres.

*Radialista, jornalista e advogado


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 Penso Assim - por Walmir Rosário 






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