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1 22/03/2019 12:40

Ao participar da audiência pública sobre a Ponte Salvador-Itaparica, realizada pelo governo do Estado da Bahia, ontem, quinta-feira (21/3), em Salvador, o diretor-executivo da Associação de Usuários dos Portos da Bahia – Usuport, Paulo Villa, afirmou que o projeto tem que ser modificado, uma vez que o traçado geométrico restringe as manobras de navios no Porto de Salvador, elevando o grau de risco de acidentes.

A Usuport reconhece a necessidade da ponte, mas alerta que o traçado não deve ser através da utilização da poligonal da área do porto, o único no Brasil apto a receber grandes navios dedicados a linhas diretas. Segundo Villa, o vão central de 450 metros é estreito, conforme foi apresentado, e não permitirá a passagem em mão dupla de embarcações, tendo como efeito um gargalo no trânsito marítimo, com perda de eficiência, lembrando que hoje são mais de quatro mil entradas e saídas por ano.

O diretor cita, ainda, a pouca altura do vão central, com apenas 85 metros, que inviabilizará a possibilidade de a Bahia abrigar indústrias navais voltadas para óleo e gás, seja de construção e manutenção, que exigem passagem de embarcações com calado aéreo superior a 130 metros. “Como representante de significativa parcela dos setores produtivos, a Usuport tem o dever de afirmar que, com este projeto, a competitividade das empresas exportadoras e importadoras, a cabotagem, as atividades portuárias e de indústrias navais estarão definitivamente comprometidas”, avalia o diretor. *Usoport







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