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1 04/05/2021 07:00

Embora tenha fechado 600 vagas em março, o comércio baiano teve um acumulado positivo no primeiro trimestre baiano, com um saldo de cinco mil postos de trabalho, um número ainda mais expressivo quando se consideram os efeitos devastadores da pandemia.

O setor sofreu duramente o impacto da segunda onda do coronavírus, ocasionando necessárias medidas restritivas, como única forma de evitar a proliferação da peste em um país de vacinação muito lenta e desordenada.

A Federação do Comércio do Estado da Bahia comemora o resultado, apesar das incertezas proporcionadas por um cenário de dificuldades nos próximos meses, enquanto os problemas de saúde pública não deixarem de produzir danos à economia. 

Como o comércio teve restrições ao longo dos meses de março e abril, o próximo dado deve vir ainda pressionando para baixo – antevê o economista Guilherme Dietze, consultor da Fecomércio-BA.

Segundo Dietze, o bom saldo do trimestre será suficiente para manter a renda das famílias e o poder de consumo no curto prazo, como sinal positivo para aumentar a confiança dos empresários lojistas.

Com todas as preocupações ensejadas pelas circunstâncias, o cenário ainda seria melhor em relação às projeções, vencendo os varejistas as adversidades inevitavelmente impostas para impedir a circulação do coronavírus.

Mesmo sem previsão de controle da pandemia, não se deve descartar o momento de reabertura gradual a impulsionar o faturamento das empresas, na visão dos dirigentes, crédulos na fórmula convencional a partir de emprego, renda e consumo. *A Tarde







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