Ela pode ser vista a quilômetros de distância
Moradores do distrito de Santa Maria Eterna, em Belmonte, têm enfrentado sérios transtornos desde a criação de um desvio provisório após a interdição da ponte sobre o Rio Jequitinhonha, em Itapebi.
O trecho, de aproximadamente sete quilômetros, recebe diariamente fluxo intenso de veículos de todos os portes; de carros de passeio à grandes caminhões. O resultado: uma nuvem constante de poeira que se espalha por toda a estrada, afetando a saúde dos moradores, condutores e transeuntes, além de provocar impactos na fauna e na flora local. Uma espécie de tempestade de areia que pode ser vista a quilômetros de distância.
Cidades vizinhas também relatam prejuízos: congestionamentos frequentes, deterioração acelerada das estradas e atrasos que afetam diretamente setores como saúde, educação, comércio, indústria e turismo.
A situação expõe não apenas a dependência da ponte interditada, mas também a falta de planejamento adequado do governo Jerônimo Rodrigues (PT) na definição de rotas alternativas e planejamento anterior à interdição. A realidade é que famílias da região se sentem desamparadas diante da ausência de medidas eficazes para reduzir os impactos do tráfego pesado na região.
O problema gera preocupação crescente quanto à infraestrutura viária do sul e extremo sul da Bahia, considerada insuficiente para suportar a demanda atual de veículos, enquanto a população continua à espera de soluções concretas que oarecem nunca vir. Enquanto isso, o governador continua correndo e se esquivando de uma solução real para esse sério problema.
Da Redação CSFM







