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15/06/2026 14:05

Secretaria de Patrimônio da União afirma que atividades esportivas na Ponte do Esqueleto eram irregulares; jovem de 21 anos morreu após queda de cerca de 40 metros sem equipamento de segurança.

A empresa responsável pela atividade de rope jump que terminou na morte de uma jovem de 21 anos, em Limeira, interior de São Paulo, não possuía autorização para realizar saltos na Ponte do Esqueleto. A informação foi confirmada pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU), órgão ligado ao governo federal e responsável pelo local onde ocorreu o acidente.

Segundo a SPU, a ponte integra um trecho não concluído da antiga Rede Ferroviária Federal e passou a fazer parte oficialmente do patrimônio da União em 2026. O órgão informou que nenhuma empresa recebeu autorização para promover atividades esportivas na estrutura.

De acordo com a secretaria, desde 2024 já havia solicitações às prefeituras da região para restringir o acesso ao local devido aos riscos existentes. Em alguns períodos, a ponte chegou a ser interditada, mas posteriormente voltou a receber visitantes.

O caso ganhou repercussão nacional após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas. A jovem contratou a atividade de rope jump, mas acabou sendo lançada de uma altura de aproximadamente 40 metros sem estar conectada ao sistema de segurança que deveria conter a queda.

Imagens registradas no momento do acidente mostram a vítima sendo impulsionada da ponte. Instantes depois, pessoas que acompanhavam a atividade perceberam que ela não estava presa à corda de segurança e começaram a gritar.

Equipes de socorro foram acionadas e tentaram reanimar a jovem, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.



Da redação: Vale FM







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