Com a barreira cutânea enfraquecida, a pele perde água com mais facilidade e fica mais vulnerável à ação de agentes externos.
O banho quente é um hábito comum, principalmente nos dias frios, mas a exposição frequente à água em alta temperatura pode comprometer a barreira natural de proteção da pele. Dermatologistas explicam que o calor excessivo remove os lipídios responsáveis por manter a hidratação, favorecendo o ressecamento, a sensibilidade e a perda de elasticidade ao longo do tempo.
Com a barreira cutânea enfraquecida, a pele perde água com mais facilidade e fica mais vulnerável à ação de agentes externos. Entre as consequências estão o surgimento de linhas finas, aspecto opaco, descamação, coceira e maior predisposição a irritações. Pessoas com dermatite atópica, psoríase, rosácea ou pele sensível podem apresentar agravamento dos sintomas.
Crianças e idosos também fazem parte dos grupos que exigem atenção redobrada, já que possuem uma barreira cutânea naturalmente mais delicada e suscetível aos efeitos da água muito quente.
Para reduzir os danos, o recomendado é optar por banhos mornos, limitar o tempo de permanência no chuveiro a cerca de 10 minutos, evitar o uso excessivo de sabonetes e aplicar um hidratante logo após o banho, enquanto a pele ainda está levemente úmida. Essas medidas ajudam a preservar a hidratação e a função de proteção da pele.
Dan Oliveira/ CSFM







