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1 10/11/2020 16:02

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, disse nesta terça-feira (10/11) que a decisão de suspender os testes da CoronaVac foi "técnica" e baseada no fato de as informações repassadas pelo Instituto Butantan serem “insuficientes” e “incompletas”. A causa da morte do voluntário da Coronavac foi suicídio.

O diretor-presidente da Anvisa disse que ainda aguarda dados completos e que a suspensão está mantida até que todas as informações sejam prestadas. Torres afirmou que os testes só serão retomados após uma análise do caso por um comitê internacional independente. "Documentos claros, precisos e completos precisam ser enviados a nós, o que não aconteceu", disse Torres. "O que recebemos ontem não nos dava nenhuma outra alternativa."
 
Mais cedo, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que "todos" os dados foram fornecidos à Anvisa. A Coronavac é uma das quatro candidatas a vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) que estão sendo testadas no Brasil. O governo de São Paulo firmou acordo com o laboratório chinês Sinovac para compra de 46 milhões de doses e para transferência de tecnologia para o Instituto Butantan.

Causa da morte de voluntário da vacina CoronaVac foi suicídio, diz polícia

A causa da morte do voluntário que participava dos testes da vacina CoronaVac foi suicídio, segundo boletim de ocorrência obtido nesta terça-feira (10/11) pela TV Globo. Na véspera, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia suspendido temporariamente temporária dos testes do imunizante, que é produzido pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo de São Paulo.  Ao fazer o anúncio, o órgão citou "evento adverso grave", mas não deu detalhes sobre o motivo específico que levou à suspensão.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado às 16h02 de 29 de outubro em uma delegacia da Zona Oeste de São Paulo, policiais militares foram acionados pelo rádio para atender a uma "ocorrência de encontro de cadáver".
 
Ao chegar ao apartamento, os policiais foram recebidos pelo zelador do prédio, que mostrou um homem de 32 anos no chão do banheiro – perto do braço dele, havia uma seringa e diversas ampolas de remédio. O corpo do jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O resultado depende do exame toxicológico, que demora mais tempo para ficar pronto. A informação é do G1

 







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